Framing Bias
A forma como apresentamos a informação muda a decisão
Pessoas reagem de forma diferente à mesma informação dependendo de como ela é apresentada.
Explicando como se você tivesse 5 anos
Agora sim! 🎉
Se eu te pergunto "quer brincar lá fora onde está chovendo?" você diz não. Mas se pergunto "quer brincar lá fora e pular nas poças?" você diz sim! É a mesma coisa, mas o jeito que eu falei mudou sua vontade!
Por que isso é uma Red Flag?
Atenção ao problema! ⚡
Quando interfaces apresentam informações de forma não intencional ou enganosa, podem manipular usuários ou causar decisões ruins. "Somente 3 restantes!" cria urgência artificial. "95% de satisfação" vs "5% insatisfeitos" têm impactos diferentes. Isso pode ser usado eticamente (destacar benefícios reais) ou manipulativamente (dark patterns). A oportunidade está em enquadrar informações de forma honesta mas persuasiva, destacando valor real sem enganar.
Para que serve
Demonstrar que o enquadramento da informação influencia profundamente decisões e percepções.
Explicação Detalhada
Framing Bias (Viés de Enquadramento) é a tendência de reagir de forma diferente à mesma informação dependendo de como é apresentada. Exemplos: "90% livre de gordura" é mais atraente que "10% de gordura"; "salve $50" é mais motivador que "pague $450 ao invés de $500"; "chance de 90% de sucesso" soa melhor que "10% de falha". Em UX, isso se manifesta em: microcopy persuasivo, botões com framing positivo ("Começar grátis" vs "Não pagar nada"), progresso mostrado como "75% completo" vs "25% restante", preços com âncoras ("de R$200 por R$100"). Use eticamente para destacar valor real, não para manipular ou enganar usuários.
História
Os psicólogos Tversky e Kahneman demonstraram em experimentos clássicos que pessoas fazem escolhas diferentes dependendo se a informação é enquadrada em termos de ganhos ou perdas. No famoso "problema asiático da doença", participantes escolhiam opções diferentes quando o mesmo cenário era descrito em termos de vidas salvas vs vidas perdidas, mesmo sendo matematicamente idêntico.
Quem Inventou
Amos Tversky e Daniel Kahneman
Ano: 1981
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Explicando como se você tivesse 5 anos
Agora sim! 🎉
Se eu te pergunto "quer brincar lá fora onde está chovendo?" você diz não. Mas se pergunto "quer brincar lá fora e pular nas poças?" você diz sim! É a mesma coisa, mas o jeito que eu falei mudou sua vontade!
Por que isso é uma Red Flag?
Atenção ao problema! ⚡
Quando interfaces apresentam informações de forma não intencional ou enganosa, podem manipular usuários ou causar decisões ruins. "Somente 3 restantes!" cria urgência artificial. "95% de satisfação" vs "5% insatisfeitos" têm impactos diferentes. Isso pode ser usado eticamente (destacar benefícios reais) ou manipulativamente (dark patterns). A oportunidade está em enquadrar informações de forma honesta mas persuasiva, destacando valor real sem enganar.
História
Os psicólogos Tversky e Kahneman demonstraram em experimentos clássicos que pessoas fazem escolhas diferentes dependendo se a informação é enquadrada em termos de ganhos ou perdas. No famoso "problema asiático da doença", participantes escolhiam opções diferentes quando o mesmo cenário era descrito em termos de vidas salvas vs vidas perdidas, mesmo sendo matematicamente idêntico.
Quem Inventou
Amos Tversky e Daniel Kahneman
Ano: 1981
Para que serve
Demonstrar que o enquadramento da informação influencia profundamente decisões e percepções.
Explicação Detalhada
Framing Bias (Viés de Enquadramento) é a tendência de reagir de forma diferente à mesma informação dependendo de como é apresentada. Exemplos: "90% livre de gordura" é mais atraente que "10% de gordura"; "salve $50" é mais motivador que "pague $450 ao invés de $500"; "chance de 90% de sucesso" soa melhor que "10% de falha". Em UX, isso se manifesta em: microcopy persuasivo, botões com framing positivo ("Começar grátis" vs "Não pagar nada"), progresso mostrado como "75% completo" vs "25% restante", preços com âncoras ("de R$200 por R$100"). Use eticamente para destacar valor real, não para manipular ou enganar usuários.
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Fontes e Referências
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